Na manha
Na força
Na marra
Ou na porrada
A vida te joga na estrada;
É matar ou morrer
Cada dia superação
Cada dia ilusão
Cada dia coração;
Eu que tanto apanhei
Aprendi a bater
Aprendi a cortar
Aprendi a fiar
Meus versos como navalha
Na cara dos canalhas;
Sobre mim não passarão
Impunemente
Sem sangrar o coração.
(Mariana de Almeida).
Um diário denunciando através de poesias e crônicas as dores e delícias de uma mulher face ao século XXI.
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