Tentamos fazer o amor emergir da nossa completa e estúpida solidão.
Tentamos extrair amor de pedras colecionadas que carregamos no bolso fundo da calça.
Esquecemos que nós, colecionadores de pedras, amamos mais o caminho que a chegada.
Na chegada finda-se o acúmulo de pedras que insistimos em colecionar.
(Mariana L. de Almeida)
Um diário denunciando através de poesias e crônicas as dores e delícias de uma mulher face ao século XXI.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
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